Jeep Willys da guerra no encontro de carros antigos em Pirenópolis 2026.
A Estalage.
Este belo quadro do artista plástico Pérsio Forzani retrata o velho casarão chamado estalagem. Ele ficava no início da ladeira da Lapa e ali se hospedavam os tropeiros que vinham até Meia Ponte.
Para quem desconhece, Pirenópolis era um entroncamento de várias estradas importantes desde a época do Império e por isso ficou conhecida como um entreposto comercial. Caravanas imensas levando e trazendo mercadorias passavam por aqui.
Essa obra de Forzani retrata esse movimento de mulas e cavalos, tendo o Comendador Joaquim Alves na soleira da porta.
A criação universal
Corpos suados e imaculados
Que se penetram na carne
E depois se conectam
Com a mais sublime
Amplitude universal,
Algo assim transcendental,
Que vai além do imaginário.
O Universo então os presenteia
Desce sobre eles grande paz,
Amplidão divina que faz
A alma deixar momentaneamente
O corpo carnal para o espiritual
A mente racional para o lúdico
Numa viagem sensacional!
E quando finalmente retornam
Um orgasmo arrebatador
Derrama prazer pela áurea
Que os envolve e devolve
A plenitude da alegria de viver,
Da satisfação de reviver
O dia da criação universal!
Adriano Curado
Jardim de Beijos
No jardim de
seus lábios
encontro a flor
saborosa da paixão
que alimenta
meu ser,
sabor de menta,
calor de pimenta,
sensação de
se saciar.
Adriano Curado
Não seja intolerante
Se as pessoas cuidassem mais da própria vida não haveria racismo ou qualquer tipo de discriminação ou intolerância Que bobagem essa de querer padronizar gente. Cada um segue a própria vida e arca com as consequências dos atos ou colhe o bons frutos de suas conquistas. Imagina se alguém será bom ou mau por conta da cor da pele, tipo físico ou opção sexual! Isso é um absurdo tremendo.
Vamos seguir adiante com nossa vida e deixar a alheia para lá!
Adriano Curado
As candeias
Vou me manifestar como poeta e fazer constar meu protesto nos anais da inspiração. Não deveriam trocar a cor dos vidros das candeias. A coloração branca é fria, insossa, insípida e vazia de conteúdo. Já o dourado é romântico e sedutor qual a musa das noites lascívias que inspiram os menestréis madrugadas afora. Por tudo isso suplica o poeta combalido para que não privem as calçadas pirenopolinas do ouro desmaiado que exala da luz dourada de outros tempos. Façam isso e ele se dispõe a catar voluntariamente os cacos de poesia que se espalharem pelo chão.
Adriano Curado
Assinar:
Postagens (Atom)



